13.12.17

Ainda a perda de pontos na secretaria da equipa B

A partir do momento em que se trata de uma decisão oficial da AFPorto, o Clube tem de informar os sócios.

Nem é admissível outro cenário.
A explicação que publicámos no blogue (e que resulta do cruzamento de diversas informações, misturada com algumas deduções) pode não estar correta. Ou 100% correta.
Aguarda-se uma posição do Rio Ave FC.
Por exemplo: há possibilidade de recurso?
Faz sentido recorrer?

12.12.17

Há cada vez menos adeptos no Estádio?

Não sei.
Mas parece.
Volto a desafiar a Direção para fazer um estudo a sério que tente perceber o que se passa e que alternativas se podem encontrar.
Todos somos poucos para procurar soluções.
Não podemos baixar os braços.
Não podemos meter a cabeça na areia.
Agora que temos uma estrutura profissionalizada no marketing*, vamos potenciá-la!
(foto: Liga de Clubes, via Rioavistas)

(* em qualquer caso, o marketing serve essencialmente para duas coisas: ajudar a vender melhor o produto, que no nosso caso, tem de ser mais sócios inscritos e mais adeptos nos jogos; e ajudar a construir uma boa imagem institucional, por exemplo através da comunicação)

Equipa B - 4 pontos perdidos

Uma curiosa interpretação do que são 3 anos de formação local vai levar à perda de 4 pontos na secretaria para a equipa B.
Em causa a necessidade de haver 12 jogadores em cada ficha de jogo formados localmente e, em dois jogos, o Rio Ave ter apresentado um jogador que a AFPorto considerou não cumprir esses 3 anos.
É que Xavi, o guarda-redes dos juniores só faz anos em outubro (fora da época desportiva, diz a AFPorto) e ainda só tem 17 anos. Os 3 anos só contam a partir dos sub15. O que é ridículo é que Xavi está connosco desde os 12 anos!!!!
Para já, saiu a derrota frente ao Rio Tinto; mas Xavi também esteve no banco frente ao Boavista (empate).

(é uma situação aborrecida, sem dúvida, mas penso que temos de ter em conta que tudo isto é novo e a interpretação da AFPorto, relativamente ao mês do aniversário dos jogadores, um pouco estranha - ainda que regras sejam regras. Há que aprender e seguir em frente!)


Carlos Daniel fã de Monte (e Pelé)

" (...) perante a crise de centrais e a busca incessante por alguém que se afirme na posição, já vai sendo tempo que se repare em Nelson Monte. Cresceu na formação do Benfica mas voltou à terra natal em busca do seu espaço. Depois de algumas experiências também como lateral, ganhou o lugar da ausência de Marcão e dele já só sairá – aposto – para um clube maior. Até porque o futebol de equipa grande que o Rio Ave joga favorece a sua impressão digital: nenhum outro central português tem a qualidade para construir, seja para passar ou conduzir, que Monte revela aos 22 anos."
Foto de Rogério Ferreira / Kapta+
Os números de Monte impressionam.

PS - o jornalista também se refere a Pelé, deixando entender que haverá um lugar na seleção para ele. Ora Pelé jogou em junho pela equipa principal da Guiné Bissau.

11.12.17

Leandrinho

Seria uma grande surpresa se Leandrinho fosse o titular depois de amanhã e Tarantini ficasse no banco.
Por duas razões.
Porque, ocupando o mesmo lugar, são dois jogadores muito diferentes: Tarantini joga em todo o espaço, é agressivo na bola adversária e aparece bem no ataque;
E porque - provavelmente sou eu que estou a ver mal - Leandrinho ainda se está a adaptar ao lugar que MC lhe reservou; dá-me a impressão que ele gostaria de jogar mais adiantado e com menos preocupações defensivas.

O que ainda falta ver

Os jogos no Dragão (Taça da Liga) e Braga (última jornada da primeira volta) vão por a nossa equipa à prova num novo cenário.
Até hoje já jogámos contra equipas que se apresentam abertas (os três 'grandes' e o Braga, no nosso Estádio) ou fechadas (em casa ou fora). Genericamente a prova tem sido superada (18 jogos, 10 vitórias), pelo que esses dois jogos representam um novo desafio: além de se apresentarem favoritas, certamente não nos vão deixar ter tanta bola.
Como será depois de amanhã com o Benfica?
Das cinco derrotas há apenas uma em que acho que a equipa não fez tudo o que podia, em Santa Maria da Feira (o tal jogo do penalti falhado por Pelé e da arbitragem marada...).
Dito isto, achei curiosa a frase do treinador do Moreirense no final do jogo: "Todas as equipas sofrem com o estilo do Rio Ave".
(foto: Rio Ave FC)


10.12.17

Quinta do Novais 2017 merece 47 pontos. E bate recorde da vindima

É o 'vinho' mais pontuado da colheita deste ano.
O vintage servido a acompanhar a sobremesa de sexta à noite obteve 47 pontos na análise dos nossos 'enófilos' e passa a constituir recorde desta vindima.

47 para o suplente Novais, 37 para Yuri Ribeiro, o segundo.
Ruben 34 (foi apenas terceiro, esta jornada) e Monte 33.
O titular menos pontuado é já um clássico esta época: Barreto conseguiu apenas 23 pontos.

Desilusão?

Um jogador abaixo do que se esperava?
Provavelmente a maioria responderá Barreto.
Mas só podemos considerar desilusão se a expectativa inicial for oposta. Ora, eu nunca vi jogar Barreto até ele chegar a Vila do Conde.
Por isso escolho Geraldes.
Primeiro porque acho que conheço bem o seu percurso e segundo porque nos primeiros jogos mostrou mais do que aquilo que temos visto recentemente.
Terá Geraldes dificuldades em se adaptar ao miolo de Miguel Cardoso? [não são apenas os cinco médios da nossa equipa, são mais sete ou oito 'defesas' dos adversários, como se viu com o Moreirense]
A qualidade individual (a técnica, a leitura de jogo, o desequilíbrio) está lá, como é evidente.
Mas eu esperava que, nesta altura, já tivessemos visto o verdadeiro Geraldes - aquele que 'sozinho' - vale vitórias.
(Foto: Rio Ave FC)
[Sou fã de Geraldes e já cheguei a escrever que era o melhor elemento do plantel, o que hoje não faria tão claramente; estarei a exigir demasiado do jogador?]

9.12.17

Novais resolve

Perante um Moreirense retraído o Rio Ave foi sentindo algumas dificuldades até que entra Novais. Entrou e resolveu. Foi a chave de um jogo que se estava a complicar por "culpa" própria.
Cássio: 3. Ficou um pouco mal no golo sofrido.
Lionn: 3. Atacou muito, mas chegou ligeiramente atrasado no golo do Moreirense.
Marcelo: 3. Uma ou outra falha, também atrasado no golo adversário.
Monte: 4. Agarrou o lugar e dá confiança.
Yuri Ribeiro: 4. Muito bem quer a atacar quer a defender.
Pelé: 4. Em crescendo nomeadamente no passe/desmarcação em profundidade
Barreto: 2. Tarda a adaptar-se, mas trabalha muito.
Leandrinho: 3. alguma dificuldade na construção, lateraliza muito o jogo.
Geraldes: 2. Quebra notória. Já fez muito melhor.
Guedes:2. Muitas dificuldades na ataque.
Ruben Ribeiro: 3. Muita garra, luta até ao fim, ajuda muito, por vezes agarra-se de mais à bola, mas tem muita arte.
João Novais: 5. Entrou, rematou, criou perigo e marou os dois golos da vitória.
Nuno Santos: 2. Ligou o "complicómetro" e com isso foi-se perdendo em campo.
Nadjack: 3. Deu profundidade ao ataque, sempre pela linha e com velocidade. Apesar de estar pouco tempo em jogo, mostrou muita qualidade. 

Contra o Moreirense, um a um

Cassio, 3. Tentou fazer a mancha no golo que sofreu, mas o adversário foi oportuno. Na primeira parte teve uma boa parada que tirou a possibilidade ao Moreirense de abrir o marcador.
Yuri - 4. Gostei de o ver no apoio ao ataque, sempre com boas iniciativas e com muito critério no passe e na decisão.
Marcelo e Monte, 4. Dominaram por completo a sua zona de actuação.
Lionn, 3. Enquanto duraram as pilhas foi mais extremo que defesa. Jogo positivo, apesar do erro que permitiu o golo do Moreirense.
Pelé, 4. Controlador no nosso meio-campo, apareceu em todo o lado, sempre muito certo, muito forte e atento.
Leandrinho, 2. Ainda não deu bem para perceber o seu real valor. Não tem tido continuidade nas suas presenças e não tem sabido aproveitar completamente as oportunidades que tem tido. Hoje foi o caso.
Geraldes, 2. Noite muito desinspirada.
Ruben Ribeiro, 4. Mais um jogaço. Encanta vê-lo jogar. Hoje não deve ter perdido uma única bola e criou jogo para dar e vender. Se tivesse marcado seria a exibição perfeita.
Barreto, 2. Jogo pobrezinho, com pouca iniciativa e pouco desequilibrador.
Guedes, 2. Guedes, pá!, matas um gajo do coração! Não é que não te esforces, é que não marcas! Vá lá que assististe o Novais para o 1º golo.
Nuno Santos, 2. Serviu para agitar um pouco o jogo, mas esteve algo infeliz na altura de tomar decisões, excepção feita a um bom remate que teria dado um golaço.
Novais, 5. Quem entra e vira um jogo como ele virou, merece nota máxima. Fez de facto toda a diferença. Ter estado no banco parece que o fez mais desperto. Entrou ainda com o jogo empatado, viu o Moreirense adiantar-se, mas depois tornou o nosso jogo mais fluído e fê-lo esticar-se ainda mais para o meio-campo do adversário. E lá está, fez dois golos com remates de fora da área!
Nadjack, 2. Veio dar de novo pulmão ao flanco direito. Um pouco trapalhão aqui e ali, mas ajudou a voltar a encostar de novo o Moreirense às cordas.

(um-a-um frente ao Moreirense) Quinta do Novais 2017. Vintage!

Cássio: 3 (mais uma noite que podia ter sido inglória: pouco trabalho e sofreu um golo)
Lionn: 3 (saiu porque esteva esgotado? Atacou muito e bem)
Monte e Marcelo: 3 (tiveram uma ou outra hesitação, mas no geral sempre bem)
Yuri Ribeiro: 4 (atacou tanto, e quase sempre com qualidade, que é normal uma ou outra falha de posicionamento a defender; e fez os 90 minutos)
Pelé: 4 (encheu o campo. Está e melhorar muito o seu passe vertical, para a construção do ataque)
Leandrinho: 3 (bem a defender; menos bem a construir; joga muitol para trás e para os lados, por falta de confiança?)
Barreto: 1 (quase não se viu)
Geraldes: 2 (desiludiu)
Ruben: 4 (vai a todas as bolas, raramente dá um lance por perdido e ainda faz magia. Não marcou, mas ajudou em todos os outros setores)
Guedes: 1
Nuno Santos: 1 (o treinador pede-lhe para ele jogar pelo meio e - acrredito - ele gosta de jogar pela linha. Resultado, apesar da vontade e doo ímpeto, acabou quase sempre a complicar)
João Novais: 5 (dois golos - o que mais?)
Nadjack: 1 (não teve muito tempo; fez algumas corridas pela linha)

Contra o Moreirense, positivo e negativo

Negativo.
Pouco público. Parecia quase um jogo de pré-temporada nas bancadas. O tempo ajudou ao jogo, mas terá afastado muita gente.
O Moreirense. Equipa mostrou pouca qualidade e a partir de certa altura só queria não jogar à bola. A perder, não conseguiu sequer criar uma jogada e ainda faltava praticamente uma dezena de minutos para o jogo acabar.

Positivo.
Novais. Quem entra e faz dois golos que dão a vitória merece um destaque natural. Novais parecia ter perdido gás depois de ter conquistado a titularidade, mas mostrou que não desanimou por ter voltado ao banco, antes aproveitou para dizer presente a um grande nível. Ainda bem.

O treinador. Já ontem foi referido: tem uma fé inabalável nos seus princípios de jogo. As suas mexidas contra o Moreirense ganharam o jogo, sem mudar o sistema ou o esquema. Chapeau!

O futebol praticado pelo Rio Ave. O adversário pode nem ter querido jogar, mas nós quisemos. Fomos sempre muito, mas muito melhores. Devíamos ter goleado. Registe-se que este jogo marca duas estreias: a primeira que virámos um resultado e a primeira vez que um jogador bisa num jogo.

8.12.17

14j - Moreirense: Vitória no dia da Mãe

A minha mãe já foi socia do Rio Ave e via alguns jogos no estádio. Mas não a conseguimos fidelizar à bancada, dizia que se aborrecia, que o futebol lhe dava "nervos", que isto e aquilo. Hoje por ser dia da Mãe lembrei-me dela enquanto na bancada vi este Rio Ave 2 Moreirense 1, porque era que estava aborrecido e cheio de nervos por ver o Rio Ave a não conseguir vergar o Moreirense quando estava a jogar para lhes estar a ganhar por mais que um golo de diferença. 

Até hoje era minha opinião que a pior equipa da Liga era o Vitória de Setúbal. Deixou de ser, acho agora que o Moreirense é bem mais débil que os sadinos. Portanto, de uma equipa a puxar ao fraco não se pode exigir muito. A responsabilidade era toda nossa, assumimo-la e ficámos a dever a nós mesmos uns 2 golos logo na primeira parte. Os fracos também fazem pela vida, o Moreirense fez por isso conseguindo um golo a puxar ao aselhice nossa. É futebol. O que não é futebol é aquilo que fizeram depois. Não há multas para o antijogo?

Bem, mas a verdade é que ainda há ordem no universo e a ordem natural das coisas foi reposta. A certa altura do jogo o João Paulo dizia-me que fazia falta a meia-distância do João Novais. Miguel Cardoso deve ter pensado o mesmo e nas suas mudanças no banco, sem mudar de sistema, encontrou o saca-rolhas certo.

Mãe, o futebol pode ser enervante e aborrecido, mas quando se ganha depois de passar por esses dois estados, sabe muito melhor. Já compraste o bacalhau para o Natal?

2-1 ao Moreirense. Uma vitória para Miguel Cardoso

Antes de mais, e para ser sintético: o Rio Ave à meia hora de jogo podia e devia estar a ganhar por 2 ou 3 zero. Depois acabou por sofrer um golo mas deu a volta. Justíssimo, ainda que algumas situações mereçam uma análise detalhada. Fica para amanhã.
Para já queria dizer que esta é uma vitória de Miguel Cardoso.
As substituições que fez são de alguém que acredita em absoluto no seu esquema tático.
A perder não fez entrar o ponta de lança.
A perder não desmanchou a defesa.
A perder fez troca por troca.
E baseado nisso ganhou o jogo.
Sorte?
Isto já não vai com sorte ou azar.

Os futuros gerentes da SDUQ

O Vítor Carvalho falou aqui na hipótese de haver um lapso, por faltarem os nomes dos futuros gerentes da SDUQ, aquando das últimas eleições.
No JVC desta semana o assunto é abordado e Mário Almeida explica a sua posição:

7.12.17

Coisas dos golos

- 14 golos marcados, 10 sofridos;
- 4 marcados nas primeiras partes, 10 nas segundas;
- contra o Tondela foi a 3ª vez em que marcámos golos nas duas partes dos jogos;

- marcámos em 8 jogos e sofremos em 9;
- nenhum jogador bisou nestas 13 jornadas;
- 9 jogadores já marcaram golos e mais um do Benfica fez autogolo a nosso favor;

- Pelé fez o seu primeiro golo na Liga, que também foi o primeiro de penalty do clube. O mesmo Pelé tinha falhado um penalty em Sta Maria da Feira.

foto: twitter.com/rioave_fc

Tondela, o melhor jogo da temporada.

É o nosso barómetro de forma que o diz.

Nunca os nossos atletas tinham atingido uma média acima de 60 pontos. Comparando com o nosso segundo melhor jogo, a derrota caseira com o Sporting, a média subiu 7 pontos. Coincidência ou não, foi até à data o único jogo em que marcámos mais de 2 golos.


Olhando o desempenho individual dos atletas, Ruben Ribeiro merece destaque por vários motivos:
- foi pela 6ª vez o melhor da jornada. É o dobro de Cássio, que é o único além de Ruben a ter vencido em mais que uma jornada;
- consegue pela 2ª vez ser o mais pontuado em jornadas consecutivas (sendo que já foi melhor em 3 jornadas consecutivas entre as jornadas 4 e 6);
- tem a melhor média de pontos entre todos os jogadores com mais de 5 presenças (é globalmente o 2º com melhor média só suplantado por Nadjack que só jogou 2 vezes);
- é o 2º classificado do prémio Rei do Ave tendo relegado Tarantini para o 3º lugar.

Ainda a posse da Direção - vários recados no JVC desta semana

Recados, sobretudo, para o Presidente da Direção.
Fica o texto na íntegra.
Um excerto:
"Causou estranheza que o Presidente António Campos tenha enaltecido a ação das suas atual e futura direções mas que, contrário do que sempre fez, não tenha relevado a contribuição do Eng, Mario Almeida (…)
Também foi considerada muito infeliz a reação do Presidente AC  quando confrontado pela comunicação social com o facto de nas eleições mais de 20% dos associados terem cotado ‘Não’ à sua continuidade na presidência do Clube, dizendo expressamente que “Não tenho receio da oposição. Não faz sentido não apresentarem uma lista com medo de perder e fazerem as coisas na sombra’.
Efetivamente deve ser respeitado o direito desses 109 associados, antigos ou recentes, de manifestarem a sua opinião negativa à lista apresentada à continuidade do Presidente. São pessoas que quiserem expressar a sua discordância, seja em relação a nomes seja quanto á forma como o Clube tem sido gerido e continuará a sê-lo. Mesmo não partilhando a mesma opinião, há que os respeitar, até porque só o futuro dirá se tinham ou não razão para tomarem a sua democrática atitude."

Tarantini vai deixar de ser totalista


Tarantini, a par de Cássio, era até ao jogo passado totalista na Liga. Viu o 5º amarelo e isso vai obrigar o treinador a montar o 13º onze inicial da temporada. Por imposição disciplinar, o treinador já tinha sido obrigado a mexer na equipa por 6 vezes. Quem saiu da equipa inicial pela 1ª vez por vontade do treinador foi Barreto. O colombiano tinha sido titular em todos os jogos da Liga, ainda seja apenas o 8º jogador mais utilizado. De resto, a tal flexibilidade que falava o João Paulo na segunda-feira , pelo menos no que toca aos onzes iniciais, ainda não tinha passado por estes 3 jogadores.

Já no que toca a substituições, o que já aconteceu mais que uma vez foi trocar avançados por defesas, 3 vezes no total. A primeira quando perdemos na Feira e Miguel Cardoso, a perder, trocou Karamanos por Yuri Ribeiro na segunda substituição do jogo. As vezes seguintes aconteceram com a equipa a ganhar e foi sempre a 3ª substituição: a ganhar 2-0 ao Estoril, Bruno Teles entrou para o lugar de Guedes e a ganhar 3-1 ao Tondela Marcão entrou no lugar do mesmo Guedes. Outro ponto comum: tudo jogos fora de casa.



6.12.17

"O ano em que me dá mais prazer jogar futebol"

As declarações foram feitas por Tarantini no final do jogo de Tondela, mas vale a pena recuperá-las.
Porque fogem muito ao padrão do que são as declarações dos jogadores no final dos jogos e porque nos permitem perceber a ligação que Miguel Cardoso tem com os jogadores, pelo menos com alguns.

"Quando nós conseguimos fazer o nosso jogo é muito difícil contrariá-lo. Os erros na construção? Até nos treinos acontece. Sabemos que vamos errar, como hoje aconteceu, mas podemos corrigir na jogada a seguir. Queremos um jogo pensado, a aproveitar a qualidade do nosso jogo. Queremos ter o poder sobre o jogo e a espaços com qualidade.»

«Se gosto deste estilo? Posso dizer que é o ano em que me dá mais prazer jogar futebol. Com este plano sentimos que podemos jogar a este nível. Se o Rio Ave quer projetar jogadores, esta é uma boa forma de quem nos vê, saber que é por aqui que pode contratar. É um plano que agrada muito, pessoalmente e sei que à equipa também.»

(A avaliação de Tarantini é curiosa até porque esta não está a ser a sua melhor época desde que está no Rio Ave. Basta ver que foi duas vezes Rei do Ave! Esta época só foi uma vez o melhor da jornada mas também já foi uma vez o menos pontuado)

Sporting quer Ruben Ribeiro?

O Record diz que sim e que será já para janeiro.

(é o jogador do Rio Ave em melhor forma, está a fazer a sua melhor época - há uns cinco anos fez uma época notável no Beira Mar - e tem 30 anos; certamente não vai querer perder a oportunidade. O Rio Ave perde o seu melhor jogador, e isso não será fácil de compensar, mas pode negociar com o Sporting o passe de um ou dois jogadores jovens, com talento)

5.12.17

O melhor onze

Tirando o azar de Silvério, a equipa não tem sido penalizada por problemas físicos de média ou longa duração - o plantel é curto mas Miguel Cardoso tem podido contar (quase sempre) com todos.
Já se percebeu, por outro lado, que o míster tem um onze na cabeça, que é pouco dado a alterações e, ainda menos, a rotações - talvez a exceção seja o lado esquerdo da defesa, Bruno Teles e Yuri Ribeiro têm tido várias oportunidades (já Nadjack tem estado na sombra de Lionn, por exemplo).
Como há sempre um treinador dentro de nós, todos temos ideias sobre o melhor onze.
No 'desenho' que fiz antes do jogo de Tondela, o onze era o que acabou por jogar.
Para repetir frente ao Moreirense [com exceção da ausência de Tarantini]?
A dúvida é Novais, menos bem nos dois últimos jogos. Regressa Barreto ou mantém-se a aposta?
(foto Rio Ave FC)


4.12.17

Ó Ruben, começa a ser chato, pá; vê lá se deixas mais alguém...

RR acumula triunfos semanais!
(foto: Rio Ave FC)

Só depois aparecem Guedes e Pelé (30) e Marcelo (29).
Quanto ao titular menos pontuado, desta vez temos dois: Tarantini e Novais não foram além dos 25 pontos, apenas mais 1 do que Barreto (o suplente mais pontuado)

Mobilização para Tondela

Se calhar ando desatento, mas dá-me a ideia de que o Rio Ave deixou de promover a deslocação dos adeptos nos jogos fora de Vila do Conde.
É verdade que o Bus 23 faz o seu - excelente - trabalho  mas penso que não é incompatível nem deveria substituir o empenho do Clube na divulgação de eventuais facilidades nessas deslocações.
Durante a semana anterior ao jogo em Tondela não vi qualquer 'alerta' do Clube para isso, qualquer chamada de atenção, qualquer empenho numa 'claque' mais numerosa [no mínimo, uma coisa como esta, feita para o jogo com o Guimarães].
Sou eu que ando distraído?
O Rio Ave desistiu de o fazer?
(uma curiosa foto, tirada do FB do Bus 23)

PS - será finalmente neste mandato que teremos a associação de adeptos?

Ainda a vitória em Tondela (filosofia, contra-ataque e flexibilidade)

1) Quando passou a ganhar, o Rio Ave não mudou a sua filosofia e a sua atitude; se alguém tivesse ido à casa de banho aos 9 minutos até pensaria que continuava 0-0; não há muitas equipas em Portugal a pensar e a fazer assim...
2) Quando o Tondela reduz e sobe muito no terreno, em busca do empate (equilibrando a posse de bola), a equipa demorou um pouco a acertar a resposta. Jogar em contra-ataque não é o normal/forte na nossa equipa;
3) As saídas de Geraldes e Guedes são explicadas pela ideia de flexibilidade de Miguel Cardoso. primeiro saiu um médio da frente para entrar um médio de trás; depois saiu o ponta de lança e entrou um central - penso que pela primeira vez, mas o Gil na quinta explicará melhor.
(foto: Rio Ave FC)

3.12.17

(Um-a-um frente ao Tondela) Ruben (Yuri) Ribeiro

Cássio: 4 (seguro, sempre que chamado a jogar com as mãos; além disso teve duas intervenções decisivas, que eram para golo; quando jogou com os pés, também somou bons apontamentos; sobre os calafrios provocados aos adeptos, é preciso falar com o míster!!! )
Lionn: 3 (começou muito bem [aos 5 minutos já tinha três cruzamentos para a área, mas foi-se apagando, talvez porque Novais também não estava muito inspirado]
Marcelo: 4 (limpou o que havia para limpar, alguma vezes com brilhantismo)
Monte: 4 (idem aspas)
Yuri Ribeiro: 4 (está nos dois primeiros golos. Defendeu e atacou bem. O seu melhor jogo com a nossa camisola?)
Pelé: 4 (não falhou quando chamado a marcar o penalti. No lance do golo do Tondela lembrou-se que já tinha amarelo [que apanhou, na sequência da falha de um colega] e não atacou o adversário como poderia)
Tarantini: 2 (fez o dele sempre se espera, mas a exibição fica marcada pelo passe mal medido, que deu origem ao golo do Tondela)
Novais: 2 (O que se passa? O seu forte, o remate de longe, não surgiu)
Geraldes: 4 (fez a diferença nos pormenores)
Ruben Ribeiro: 4 (o melhor em campo, não apenas pelo golo de excelência, mas por outros pormenores e pelo pulmão incansável)
Guedes: 3 (marcou. Para evitar estar sozinho na área andou muitas vezes descaído nas laterais, à procura de bola)
(apenas curiosidade: uma imagem da segunda parte, 79'; bola para a área e quatro defesas para Guedes)

Barreto: 3 (voltou a atirar aos ferros; já merece o golo!)
Pedro Moreira e Marcão: 2 (ajudaram)

Treinadores de Rio Ave e Tondela fizeram a conferência juntos

Excelente ideia.

2.12.17

3-1 em Tondela. Justo mas não foi fácil

O Rio Ave só teve 52 % de posse de bola, o que diz das dificuldades da equipa, sobretudo na segunda parte.
Mas estivemos sempre a vencer e contámos com as melhores oportunidades. Barreto (que foi suplente) voltou a acertar nos ferros.
Dir-se-ia que foi uma vitória normal, da melhor equipa, face a um clube que luta para não descer e tem poucos argumentos individuais (tentando compensar as lacunas com o coletivo).
Uma palavra para a arbitragem de Bruno Esteves, que teve de ajuizar lances difíceis e /ou polémicos (como o penalti que deu o nosso primeiro golo).
Esteve bem e não temos razões de queixa.

(Ruben voltou a fazer  arte)

1.12.17

As eleições do Rio Ave comentadas nos dois jornais desta semana

no JVC:


No Terras do Ave, pelas palavras deste vosso amigo:

SAD não é prioridade (ASC)

«Nesta altura não há nenhum investidor e, portanto, não há preocupação para fazer a SAD», disse o Presidente à margem da cerimónia que deu posse aos novos corpos sociais do Clube. Por isso, conclui o Maisfutebol. António Silva Campos revelou que para os próximos três anos não tem como prioridade a criação de uma SAD.
(uma imagem que tão cedo não voltaremos a ver; foto: Rio Ave FC)

30.11.17

Ruben REIbeiro

5 vitórias em 12 jornadas, a melhor média de pontos por jogo para jogadores com pelo menos metade dos jogos jogados. Ainda assim, é Cássio quem lidera e Tarantini quem está em 2º  lugar no prémio Rei do Ave.




Conservador, cauteloso e ligeiramente mais ousado


O quadro acima faz-mos um resumo do que está a acontecer quando o treinador mexe na equipa, da forma como mexe e do que aconteceu depois.

De uma forma simplista (este quadro não analisa alterações tácticas da equipa que possam acontecer aquando das alterações, apenas as características "genéricas" de jogadores), pode-se dizer que na 1ª substituição Miguel Cardoso é conservador e procura melhorias na equipa com substituições do tipo a que chamámos habitualmente "homem por homem". Confesso que esperava que fosse mais ousado na 2ª mudança, mas aquilo que vemos, é que quem entra é menos ofensivo do que quem sai. Na 3ª mudança o nosso treinador volta a ser um poucochinho mais ousado, ainda assim mantendo uma marcada tendência para os caldos de galinha.

Curioso é observar que após a nossa 3ª substituição todos os golos que aconteceram foram a nosso favor.

Menos Barreto mais Nuno Santos


Eu acho que faz todo o sentido. Pelo menos confundia-se um bocado os treinadores adversários, porque, hoje por hoje, quando vêem Nuno Santos a aquecer têm logo 50% de hipóteses de descobrir quem vai sair...

Pouco reactivos?

Alguns números dos jogos da Liga que merecem alguma atenção:

- perdemos todos os jogos em que o adversário marcou primeiro e foram 5;
- quando os adversários marcam primeiro, não conseguimos sequer empatar momentaneamente;
- perdemos todos os jogos pela margem mínima;
- nos jogos que perdemos, só num é que marcámos golos;
- perdemos 3 dos 7 jogos que estavam empatados ao intervalo e vencemos 2 deles;
- só não vencemos um jogo dos 6 jogos em que marcámos primeiro;
- em dois jogos estivemos a vencer, o adversário empatou mas voltamos a colocar-nos em vantagem e vencemos os jogos.
- Não marcámos golos em 5 jogos e não sofremos em 4.

"Os números são de facto preocupantes..."

"...no que à produtividade ofensiva dizem respeito. O Rio Ave conseguiu marcar apenas onze golos na presente edição da Primeira Liga e está no grupo de equipas que apresentam o terceiro pior ataque da competição. Um registo curioso para uma equipa que tantos elogios tem recebido pela qualidade de futebol que apresenta."

E isso levou o jornalista do bancada.pt a ouvir alguns adeptos do Rio Ave (Duarte faz uma alusão a Guardiola; nós aproveitamos...). Ler aqui.

29.11.17

A pontuação de Karamanos nesta jornada merece reflexão

Não me lembro de tal: um titular foi o menos pontuado dos 14 elementos que estiveram em campo.
No caso, Karamanos, com apenas 17 pontos, menos do que os 20 de suplentes como Nuno Santos ou Yazalde, por exemplo.
[penso que isto deve merecer reflexão nos Arcos: é fácil criticar o jogador, mas se a bola não lhe chega é muito mais difícil]

Nelson Monte ameaçou, mas Ruben Ribeiro voltou a ganhar.
33 para o médio, 31 para o defesa e também para Tarantini.


Quantos pontos teriamos com outro tipo de avançado?

Resposta: ninguém sabe ou pode dizer.

Então, outra pergunta: é Karamanos o avançado que o Rio Ave precisa?

Resposta: um jogador de área, como Karamanos, parece adaptar-se menos ao tipo de jogo imposto por Miguel Cardoso. Nesse sentido, Guedes, mais móvel, estará mais próximo [basta recordar as suas movimentações na primeira parte do jogo com o Braga].

Uma coisa parece certa: perguntem a 100 Rioavistas o que acham das contratações feitas para o ataque, desde que Hassan saiu, e teremos uma unanimidade [aqui não estão 100, mas...].
Dizem-nos que não há dinheiro para jogadores com mais potencial, mas custa a acreditar, quando se sabe que este plantel tem jogadores de grande nível. E ainda bem que os tem!

Em resumo: haverá mudanças em janeiro? Não acredito. Para entrar teria de sair alguém.

Que Tazos seja um jogador do karamanos, são os meus votos!
(foto: Record)

28.11.17

(Um-a-um frente ao Guimarães): Monte e Monte

Cássio: 3 (seguro)
Lionn: 3 (muito ativo, menos bem a atacar)
Marcelo: 3 (bem; muito trabalho)
Monte: 4 (o melhor; impacável nos desarmes e tentou subir o máximo para ajudar a equipa)
Bruno teles: 2 (mais discreto e decisivo do que em jogos anteriores)
Pelé: 2 (a nota penaliza os vários passes errados na fase de construção; a defender é craque)
Tarantini: 3 (defendeu bem e tentou o ataque)
Barreto: 2 (a bola na barra foi o momento da noite, mas mostrou muito desacerto no momento da decisão)
Ruben Ribeiro: 3 (luta como ninguém, às vezes até demais; não esteve inspirado)
João Novais: 2 (desiludiu, tão apagado esteve)
Karamanos: 1 (não se adaptou ao estilo de jogo do seu Clube)
Geraldes: 1 (tentar, tentou)
Yazalde e Nuno Santos: 1 (jogaram pouco tempo mas não ajudaram)

"Vitória do contra-ataque sobre a posse de bola do Rio Ave"

Não vamos ganhar os jogos todos; as derrotas fazem parte do percurso.
Ontem falei em frustração porque, pelo menos esta época, o Rio Ave é melhor do que o Guimarães. E perdeu.
Faltou inspiração à nossa equipa e valeu a inspiração de Heldon (há uma dose de sorte na vitória do adversário).
Quando o trio do meio campo está menos iluminado, a equipa ressente-se. Ruben estava melhor antes da paragem, Barreto continua a não ter sorte no momento da decisão e Novais esteve mais recolhido, talvez mérito do adversário (Geraldes e Nuno Santos também muito abaixo).
Luis Freitas Lobo dizia ontem na Sportv que "ao nível da ideia de jogo, o Rio Ave é o principal candidato ao título" [lá está, Miguel Cardoso a brilhar].
Mas temos de acrescentar este facto, já visto várias vezes: fico com a impressão de que esta ideia de jogo nem sempre nos ajuda. Ontem o adversário deixou-nos ter a bola, porque isso lhe interessava. E ganhou. É, como diz o texto do Bancada, a "vitória do contra-ataque sobre a posse de bola do Rio Ave" [70%!!!!!!!]
(gostava de ver a nossa equipa ter um plano B, um outro modelo menos assente no jogo interior dos três médios e nas subidas dos laterais, sempre que se percebe que é isso que o adversário 'quer').



Rio Ave - Benfica é dia 13 de Dezembro

Uma quarta, às 9 da noite - Taça de Portugal.
(o Rio Ave faz dois jogos seguidos em casa, na sexta anterior recebemos o Moreirense)

Ai que frio!

Ontem defrontamos um Guimarães "manhoso". Deu-nos a iniciativa do jogo, arrumou-se lá atrás, esperou o momento certo para a estocada vitoriosa e depois foi controlando o seu último terço de campo.
O Rio Ave sai derrotado, tendo mais remates efetuados  (14-7), muita mais posse de bola (71-29), mais cantos (12-5) e menos faltas (15-19) e menos amarelos (0-4). Pelas estatísticas o Rio Ave teria ganho o jogo. O problema foi mesmo a concretização. O ex-Rio Ave, Heldon, "inventou" uma boa jogada, passou por Lionn e Marcelo e concretiza. Pelo seu lado o rio Ave teve várias oportunidades e não concretizou nenhuma. E quando assim é, temos de aceitar o resultado.
Cássio, Nelson Monte, Bruno Teles, Tarantini, R. Ribeiro, João Novais e Barreto: 3;
Lionn e Marcelo: 2 (por causa do golo sofrido); 
Pelé: 2 (pelo comportamento quando saiu);
Karamanos: 2.
Geraldes, Yazald e Nuno Santos: 3.

27.11.17

Derrota (0-1) com o Guimaraes. Frustração

Não foi só a posse  de bola.o Rio Ave controlou todo o jogo.
Mas percebeu-se que  era isso que o Guimaraes queria.
E faltaram alternativas para tentar desamarrar o jogo.
Muita luta, muita pressão, muita troca de bola. Mas o guarda redes adversário poucas defesas fez.
O empate seria muito mais justo.

A estreia de Gabrielzinho pela equipa B

Frente ao Valadares - líder do campeonato e reconhecidamente uma das equipas mais fortes - Pedro Cunha recebeu dois reforços da equipa principal (além de Carlos Alves).
Um, Vitó, foi um regresso (que só pecou por tardio), outro - Gabrielzinho - foi uma estreia.
Haverá certamente razões válidas (que até podem passar pelo facto dos colegas estarem melhor ou pela lesão que teve no mês passado ou ainda pelas suas características de avançado), mas é justo dizer que não está a corresponder às expetativas.
Se não tem sido opção mais vale ajudar o Clube e continuar a evoluir (só tem 21 anos).
Saúda-se assim a chamada à equipa B. É também para isso que ela serve.
(1-1, resultado final; Vitó falhou uma grande penalidade, coisa muito rara nele!)
(da esquerda para a direita: Vitó, Carlos Alves, Filipe Almeida, Kelechi, Murillo, Gabriel, Leandro, Abalo, Diogo Teixeira, Jardiel e Virgílio; foto: Rio Ave FC)



Um Guimarães em crise?

Uma derrota do Guimarães logo pode ditar a saída de Pedro Martins.
A verdade é que - apesar da forma atabalhoada como saiu de Vila do Conde - o nosso antigo treinador deixou boa imagem pessoal e profissional. Ninguém lhe deseja o mal, penso. Exceto logo!
Acredito que um Rio Ave ao melhor nível poderá vencer logo os de Guimarães (que já não contam com Marega - todos se lembrarão do que nos fez na época passada!)

PS - aqui está uma forma do plantel agradecer o trabalho que o Presidente tem feito e a sua reeleição para mais um mandato. Com uma vitória!

26.11.17

O ocaso de Yazalde (ATUAL.)

Yazalde apareceu (bem, segundo várias críticas) em dois jogos (Taça da Liga e Taça de Portugal).
Quando se esperava que fosse titular em Santa Maria da Feira, nem no banco esteve.
E depois 'desapareceu'.
Posso dizer que não percebo, mas deixo - quando for altura - para o míster explicar.
Amanhã, frente ao Guimarães, não há Guedes.
Karamanos ou Yazalde?
Para mim, a escolha é óbvia, mas...
ATualizo a 27/11: Miguel Cardoso disse na conferência de imprensa de antecipação que jogaria Karamanos.

Como um marido traído...

Primeiro. Há muito tempo que não me custava tanto escrever um texto!
Segundo. Como mostram os registos, um ou dois nãos era o máximo em cada votação. Viveu-se ontem um dia insólito (e histórico) no Clube.
Terceiro. Não admito outro cenário que não este: quem votou não, fê-lo colocando os interesses do Clube em primeiro lugar.
Quarto. "Votar sim é votar na SAD" seria o teor da mensagem que andou a circular nos últimos dias (não a recebi, não tenho a certeza).
Quinto. Por princípio, haverá muita gente contra uma possível SAD no Rio Ave, mas eu acho que estou na primeira linha.
Sexto. Votei sim e acho que este sim não é um sim à SAD. Primeiro porque não está no programa eleitoral, segundo porque - em qualquer cenário - ASC já disse que seriam os sócios a decidir. Eu acredito nele.
Sétimo. Se me dissessem há duas semanas que isto ia acontecer eu ter-me-ia rido. Só mostra como sou ingénuo [daí o 'marido traído...', eu, portanto!]. Mas o voto de louvor na AG ficará na (minha) memória durante muito tempo...
Oitavo. Haverá a partir de hoje uma oposição à gestão de ASC? Oposição à hipótese de uma SAD é uma coisa, o resto não entendo.
Nono. Não pude falar com ASC ontem. Não sei o seu estado de espírito. O texto publicado no site deixa entender que não se foi abaixo. Nem faria sentido.


25.11.17

513 votaram

Nas últimas eleições tinham sido 551 (depois dos 100 votos de 2008 e dos 132 de 2010, as eleições de 2012 registaram 320 votos a favor, 3 abstenções e 1 voto contra).
Há, agora, um número anormal de 'nãos' que não devem ser ignorados (pessoalmente, não encontro uma explicação lógica, depois do voto de louvor aprovado por unanimidade na última AG; veremos com o tempo).
De qualquer forma, o mais importante é que o Presidente Campos recolheu quase 80% e tem 3 anos de Rio Ave pela frente.

PS - é apenas uma curiosidade: não há uma foto do Presidente a votar. Como os elementos do Marketing e da Comunicação do Clube não andam a dormir, só pode haver outra explicação!

"Saiu a fava ao Benfica" - vamos votar!

Interessante abordagem do Correio da Manhã (um jornal de Lisboa...) depois do sorteio da Taça de Portugal: a fava não saiu ao Rio Ave mas sim ao Benfica!
A explicação parece-me simples: o Rio Ave ganhou um respeito e uma consideração impensáveis há 10 anos, por exemplo.

(escolhi este texto para lembrar a todos os sócios que hoje é dia de reeleger ASC na Presidência do Rio Ave [o homem a quem se deve esta alteração na forma como os outros nos veem] e que todos os que pudermos deveriamos ir ao Estádio deixar o nosso voto)

24.11.17

Votar

Caro Socio, o seu voto é importante na vida do Rio Ave. 
É um sinal de vitalidade e responsabilidade. 
Este sabado vote por si e pelo Rio Ave. 
O Rio Ave somos nós
(a mensagem que recebi no telemóvel esta tarde)

António "Pitalocha", Estou triste!


Uma grande figura deste nosso clube deixou-nos para  sempre, marcou gerações e gerações de jogadores, sempre “malandro”, sempre lá, sempre presente, sempre justo, resmungão, protector dos mais fracos, brincalhão, e um coração sem fim!  Quem não apreciava as suas brincadeiras, quem é que ficava zangado com aquele "mau" feitio, eramos incapazes…ele levava sempre a melhor, mas lá no fundo fazia-o com a mestria dos grandes, fazia autênticos milagres com tão pouco, sim no tempo em que a roupa e as chuteiras custavam um dinheirão, e eram lavadas e tratadas debaixo da bancada poente do Estádio da Avenida.
Sempre no meio da graxa, dos equipamentos, das chuteiras dos seus meninos, dos nossos jogadores, tratava tudo como ninguém.
Lembro a brincadeira, que todos levávamos, quando chegávamos aquela casa, o 1º par de meias que recebiamos, estavam imaculadamente limpas, e dobradas em forma de bola, mas sempre rotas… A reclamação era imediata, ele ia ao caixote, e  tirava outro par, claro está, também rotas… Lógico! Até que desistias.  Dizia ele “ -trazes de casa umas direitinhas, e quando jogares a titular eu dou-te umas sem estarem rotas…” tudo isto só durava uma semana! Era o espirito, aquilo era apenas para dizer que ali quem mandava era ele, e quem não acatasse a ordem, levava…
Nós, todos, adorávamos aquilo! Até os profissionais!
Não sei o que te dizer Tónio, (primo, dizias tu!)
Nunca me atrevi a chamar-te Pitalocha!
- Até sempre!
Gualter

O futuro de Vitó

Dificilmente Vitó vai ter a sua oportunidade esta época, acho que nesta altura já se pode dizer isto.
Só num acumular de lesões, Vitó seria chamado - veja-se que Pedro Moreira quase não joga e Leandrinho também aguarda, para referir jogadores que andam pelas mesmas zonas do terreno
Acontece que esta é a segunda época no plantel principal e não dá para aprender/evoluir apenas com os treinos.
Neste cenário, não me admiraria que Vitó pudesse ser emprestado a uma equipa da II Liga na reabertura do mercado.

PS - ainda fez um ou dois jogos pela equipa B, no início do campeonato, mas agora nem isso..